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Carolina Europa era uma rapariga de 12 anos. Era uma adolescente bastante rebelde, desde que Coral Europa faleceu. Carolina e o seu pai, Adérito Europa, vivem actualmente em Bruxelas, mas nasceram em Coimbra, apesar de ambos terem adquirido nacionalidade Belga. Viviam numa casa bastante moderna (era uma oferta de Adérito à mulher em relação com a comemoração das Bodas de Estanho ente Adérito e Coral).
-No dia em que fomos ver a casa pela primeira vez, ela estava semi – construída. Quando chegámos, ainda estavam alguns engenheiros no 2º piso, quando um engenheiro deixou cair um tijolo, que acabou por cair no crânio da tua mãe; teve um traumatismo craniano, e acabou por morrer – contou Adérito a Carolina, na sala de estar, com uma lareira acesa.
-Foi muito trágica a forma como a minha mãe morreu – afirmou Carolina, a chorar.
Carolina foi – se deitar, consternada.
Carolina acordou; eram sete horas da manhã, quando estava a ouvir na rádio:
- “Bom Dia, Portugal. Hoje é um dia muito especial! Hoje entrará em vigor o Tratado de Lisboa! Este tratado visa mudar a estrutura do Parlamento Europeu,entre outras mudanças.”
- Esprero que a professora Adria ouça esta notícia! – exclamou Carolina.
Carolina esperou anciosamente pela aula de Geografia, até que eram onze horas; a tão desejada aula de Geografia tinha começado.
- Bom dia, meninos e meninas – cumprimentou Adria. – hoje vamos falar sobre o Tratado de Lisboa. – Adria fartou – se de falar, desde o “Tratado Reformador” até à nova estrutura do Parlamento Europeu.
Eram 20 horas. Carolina tinha ouvido nas notícias que se tinha formado uma “Organização Terrorista Europeia”. Carolina ficou chocada; afinal, a vida de Adérito podia estar em risco!
O que não sabia é que, passados 2 anos, o seu pai ia ser assassinado por um terrorista da O.T.E. que se disfarçara de elemento da imprensa de uma revista de “Apanhados”. Carolina fica órfã de mãe e do pai mas, através da última vez que falara com o pai vivo, ele lhe dissera que Adria era a melhor amiga de Adria. Quando Carolina soube, quis vingar – se do terrorista, partilhando o desejo de vingança com Adria. Adria tinha ficado com a custódia de Carolina; tinha dois filhos, em que o mais velho era um “sniper” bastante experiente. Carolina sugeriu à sua “mãe” que Carlos podia formar com os seus quatrocentos colegas, espalhados por todos os ”quatro cantos do Mundo”,a “Organização de Snipers Europeus”. A O.S.E. planeou uma acção de formação para adultos na Europa, prioritariamente nos países da União Europeia. A acção foi um verdadeiro sucesso, segundo Carlos.
-Com esta acção de formação, a Europa fica mais protegida! – exclamou Carolina.
A mesma notícia não parava de sair nos canais televisivos e nos jornais europeus.
Manuel era um adolescente da mesma idade de Carolina. Era bastante extrovertido e popular; andava na Escola Europeia de Bruxelas, tal como ela, apesar de nunca se terem visto. Foi “amor à primeira vista”. Carolina corou imenso quando o viu; quando Manuel lhe perguntou:
- Eh, “chavala”, tudo bem?
Passadas 2 horas, Adria, Manuel e Carolina estavam a jantar, quando ouviram a notícia que a O.S.E. tinha morto Abyssus Abyssum, um grego bastante procurado pelo Governo do seu país de naturalidade.
Manuel foi para o quarto, Carolina seguiu – o. Manuel, no corredor, foi suficientemente espontâneo para dar um beijo a Carolina. Carolina corou imenso e exclamou:
- Mas que beijo! Queres namorar comigo?
- Claro que sim! – exclamou Manuel.
Carolina, quando atingiu a maioria de idade, foi para a Grécia insultar Abyssus Abyssum pelo assassinato do seu pai.
- E agora conto esta história a todos os meus familiares, juntamente com o vosso pai. Mesmo sem um avô materno, são felizes à mesma, não são? – perguntou Carolina.
- Sim – Gritaram todos em coro.
E viveram felizes para sempre.
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